O memorando também prevê investimentos no Porto Indústria Verde que será instalado no município de Caiçara do Norte para fomento e apoio à produção de energias renováveis offshore e sua comercialização por meio portuário e terrestre.
A construção do complexo fotovoltaico de 531 MW no Rio Grande do Norte segue dentro do previsto e o progresso geral atingiu 34%. Aproximadamente 60% da energia produzida será destinada para a Alunorte, em contrato de 20 anos, fechado em dólares americanos. O capex total é de US$ 430 milhões.
As usinas Campos 1 a 10, em Santa Rita de Cássia, Bahia, somam 458,36 MW, e será implantada pela Campos Energia Ltda. Outros quatro geradores foram autorizados a implantar usinas em MT, MS, PI e RN, incluindo a comercializadora Safira Holding S.A.
Bahia concentra maior parte da nova oferta de expansão autorizada pela agência, com quatro complexos que somam mais de 1 GW. Com exceção de uma empresa, a maior parte dos projetos tem direito aos descontos de 50% na TUSD e TUST, desde que iniciem operação em 48 meses.
Cientistas brasileiros calcularam o potencial de geração solar flutuante no Brasil, assumindo apenas 1% de área coberta de corpos de água artificiais. Os resultados mostram um potencial instalado de 43 GW para todo o Brasil, com o estado de MG liderando com 6 GW, seguido por BA com 4,59 GW e SP com 3,87 GW.
Governadora esteve em Portugal com diretoria da empresa e apresentou também o projeto de um porto-indústria. Em 2022, os investimentos em renováveis no estado somaram R$ 31,26 bilhões, sendo R$ 21,88 bilhões para energia solar e o restante para eólica, segundo dados da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec).
Uma equipe internacional de investigadores calculou o potencial de geração solar de cada estado brasileiro. A Bahia lidera com 43,97 GW, seguida de Minas Gerais com 41,84 GW e Mato Grosso com 39,73 GW. Os estados com menor potencial são o distrito federal de Brasília com apenas 0,27 MW, Amapá com 0,99 GW e Acre com 1,56 GW.
A empresa Deserto Projetos Para Energia Solar implantará as centrais fotovoltaicas Deserto I a X, localizadas em Ceará Mirim, no Rio Grande do Norte, que somam 300 MW. Já a Atiaia Energia irá implantar as usinas Maravilhas III, V, VIII, IX, X e XI, localizadas em Goiana, Pernambuco, que somam 192 MW.
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