Companhia sediada em Berlim é especializada em sistemas de 1 MW, com otimização do aproveitamento da luz para geração solar e para cultivo de plantas. No Pará, pretende desenvolver até 1 GW, a começar por Belterra, onde pode implantar até 30 MW aliados ao reflorestamento de terras. A empresa também desenvolve projetos no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Ceará.
Com deságio médio de 53% e investimentos de R$ 15,3 bilhões, foram negociados nove lotes para construção de quase 6,2 mil quilômetros de linhas de transmissão. Sete dos lotes ofertados ampliam o sistema de transmissão no sul da região Nordeste e no norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, para escoar especialmente usinas solares e eólicas.
Usina abastecerá hotel e marinas do Grupo Portobello em Mangaratiba e Paraty, no Rio de Janeiro. O investimento foi de R$ 4,818 milhões e a usina tem capacidade de geração anual de 2.008 MWh de energia, o que equivale a uma economia anual de R$ 1,105 milhões. A usina tem 1.379,40 kWp de potência instalada.
Desse total, 1.722 MW são só da Omega Energia, dos quais a maior parte, 1.675,8 MW, no município de Icapuí, no Ceará. Também foram autorizadas usinas na Bahia, Paraíba, Piauí e Rio de Janeiro.
A prefeitura do Rio de Janeiro lançou uma licitação para a instalação, operação, e manutenção de uma usina fotovoltaica compensar o consumo energético de edifícios públicos.
Os telhados e as fazendas solares que abastecem as lojas da marca da JBS somam 5,7 MWp, suficiente para suprir 11% da energia consumida pelos estabelecimentos. A meta é chegar a 100% até 2025. Até o momento, a Âmbar Energia, controlada pelo mesmo grupo, já investiu R$ 50 milhões nos projetos de energia solar da Swift, de um total de R$ 105 milhões.
A (re)energisa – antiga Alsol Energias Renováveis – implantará aproximadamente 49 usinas que somam 144 MW com recursos do financiamento, o maior concedido pelo banco até agora para projetos de geração distribuída. Em março, banco já havia aprovado R$ 90 milhões para a Helexia implantar 17 usinas em PR, MS e RO.
A Usinas Brasil Solar anunciou o fim da construção de duas usinas fotovoltaicas com capacidade total de 1,38 MW em Avelar, Rio de Janeiro. A empresa pretende alcançar 40 MW de potência instalada em usinas fotovoltaicas no país até ao final do ano.
Cientistas brasileiros calcularam o potencial de geração solar flutuante no Brasil, assumindo apenas 1% de área coberta de corpos de água artificiais. Os resultados mostram um potencial instalado de 43 GW para todo o Brasil, com o estado de MG liderando com 6 GW, seguido por BA com 4,59 GW e SP com 3,87 GW.
Uma equipe internacional de investigadores calculou o potencial de geração solar de cada estado brasileiro. A Bahia lidera com 43,97 GW, seguida de Minas Gerais com 41,84 GW e Mato Grosso com 39,73 GW. Os estados com menor potencial são o distrito federal de Brasília com apenas 0,27 MW, Amapá com 0,99 GW e Acre com 1,56 GW.
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