Desenvolvida por uma equipe de pesquisa internacional, a metodologia proposta pode ser usada com todos os tipos de painéis solares e sob diferentes condições ambientais. O procedimento se baseia exclusivamente nas especificações da ficha técnica dos módulos, temperatura e intensidade de insolação.
Novo relatório da Mercom identifica que a Índia instalou 20,8 GW de capacidade de fabricação de módulos solares e 3,2 GW de novas linhas de produção de células fotovoltaicas em 2023. O país importou mais de 16 GW de módulos em 2023 e exportou 4,8 GW de módulos em 2023.
Os pesquisadores simularam uma célula solar toda de perovskita que oferece a vantagem de aproveitar efetivamente a luz solar em uma ampla gama de comprimentos de onda. O dispositivo tem o potencial de atingir uma tensão de circuito aberto de 3,76 V, uma densidade de curto-circuito de 10,70 mA/cm² e um fator de preenchimento de 69%.
O projeto solar residencial da Índia fornecerá assistência financeira equivalente a 60% dos custos para sistemas de 2 kW e 40% dos custos adicionais para sistemas entre 2 kW e 3 kW de capacidade. Objetivo é fornecer eletricidade gratuita para 10 milhões de famílias todos os meses.
Uma equipe de pesquisa estudou fatores que influenciam a eficiência fotovoltaica flutuante e a produção de energia e determinou a inclinação e a altura ideais para alcançar temperaturas celulares mais baixas em comparação com a energia fotovoltaica terrestre.
Pesquisas na Índia usaram o sistema de inferência ‘fuzzy’ baseado em rede adaptativa (ANFIS) e o algoritmo de Grey Wolf Optimizer (GWO) para desenvolver uma técnica MPPT que supostamente aumenta a tensão da fonte fotovoltaica de uma matriz sob condições de sombreamento parcial.
A Índia tem atualmente 28 GW de capacidade de fabricação de módulos solares e 6 GW de capacidade de células, de acordo com Bhupinder Singh Bhalla, secretário do Ministério de Energias Novas e Renováveis (MNRE).
A Índia pretende desenvolver 4 GWh de sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS) até 2030-31 através do seu esquema de financiamento para fechar lacunas de viabilidade (VGF), com aportes iniciais de US$ 1,13 bilhão. A seleção dos desenvolvedores de BESS para subsídios do VGF passará por um processo de licitação.
Volume representa uma queda de 15% ano a ano, de acordo com a JMK Research. Espera-se que um pipeline de aproximadamente 66 GW para projetos solares, eólicos e híbridos seja comissionado nos próximos quatro a cinco anos.
Parceria visa ajudar a combater as mudanças climáticas e reforçar o desenvolvimento dos mercados fotovoltaicos nos dois países, com aumento de investimentos e novas oportunidades de negócios. Até o final de 2022, a Índia ocupava a quinta posição em capacidade acumulada energia fotovoltaica, com mais de 62 GW em operação, enquanto o Brasil ocupava a décima posição, com 24 GW.
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