Com 4 GW de equipamentos comercializados – 1,7 GW apenas no ano passado – a distribuidora mineira diversificou sua base de clientes para evitar regiões com inversão de fluxo, além da vertical MTR-BESS com foco em indústrias, comércios e hospitais.
A Absolar afirma que se não fossem as restrições em 2024, parte do custo de termelétricas no período poderia ter sido evitada. Para a associação, o reparo financeiro aos geradores impactados é imprescindível e urgente e a atual situação de insegurança jurídica e regulatória prejudica a atração de novos investimentos e geração de novos empregos verdes no país.
Um mapeamento realizado pela Greener identificou 51 transações realizadas em 2024. No segmento de geração distribuída, os negócios mapeados envolveram 248 usinas que somam mais de 700 MW, contra 17 usinas e 100 MW em 2023. Os dados fazem parte do último Boletim M&A da consultoria.
Parceria ajuda a Colibri a buscar a liderança no fornecimento de equipamentos no Nordeste, além da expansão de projetos próprios em geração distribuída e centralizada. As empresas da Colibri geram hoje 240 MWp e a expectativa de chegar a 400 MWp, em dois anos. Módulos ofertados pela fabricante chinesa no Brasil vão de 580 W a 725 W.
Segundo previsão da Climatempo, o fenômeno deve persistir ao longo do verão. Geração hídrica será favorecida, mas as fontes eólica e solar serão prejudicadas em função de ventos menos intensos e da redução de dias de sol.
A empresa afirma que não contabilizou prejuízos com a inversão de fluxo, ao contrário, ganhou oportunidade com a oferta de BESS e que ampliou o portfólio de soluções. Para este ano, a aposta é expandir portfólio de receita recorrente e impulsionar a tecnologia de tecnologia de Virtual Power Plant.
Negócio acelera plano de hibridização dos ativos da Casa dos Ventos, que totaliza R$ 1 bilhão para duas primeiras usinas solares, que somam 300 MW. Contratos de 15 anos de duração devem garantir que, a partir de 2026, 100% do consumo da empresa brasileira de higiene e limpeza seja atendido por fontes renováveis. O acordo envolve uma nova usina solar de 100 MW a ser adicionada ao Complexo Eólico Babilônia Sul.
O Paten facilitará o acesso ao crédito para projetos ligados à transição energética por meio de recursos do Fundo Verde, criado pela lei e administrado pelo BNDES. Entre as áreas contempladas, estão a modernização da infraestrutura de geração e transmissão de energia e a substituição de fontes poluentes por alternativas renováveis, entre outras.
Quase todos os estados do país registraram queda no preço, com Paraná e Tocantins liderando o ranking. Centro-Oeste se mantém como a região mais acessível para a instalação de energia solar no Brasil, com o custo médio de R$ 2,36 por watt-pico (Wp).
O leilão está previsto para maio, com a oferta de três lotes para suprimento nos Estados do Amazonas e Pará.
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