Unidade em Feira de Santana é também centro de treinamento, serviços e suporte técnico para seus rastreadores solares Genius Tracker. Os rastreadores obtiveram a certificação do BNDES para acesso ao Finame por parte dos compradores.
A empresa canadense pretende instalar plantas industriais em áreas da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), incluindo uma planta de beneficiamento em Ilhéus, que transformará a “sílica in natura” em “sílica de alta pureza”, e uma no Porto de Aratu, em Candeias, em que a Homerun concentrará esforços na fabricação de células solares.
A empresa já utiliza energia de fontes renováveis para a produção de celulose na fábrica e busca reduzir em 100% seu consumo atual de energia elétrica nas outras áreas da empresa.
Com mais de 50% de participação no mercado de rastreadores solares no país e 200 projetos de GC e GD, a empresa está presente em mais de 7,7 GW no Brasil. Agora, aposta na produção do hidrogênio verde como um segundo movimento de crescimento exponencial para o setor solar.
A Acelen, empresa de energia criada pelo fundo Mubadala Capital, celebrou também contrato de longo prazo para compra de energia incentivada na modalidade de autoprodução, incluindo créditos de carbono gerados pela futura usina.
Venda de 545 MW em ativos operacionais localizados nos estados da Bahia, Ceará e Minas Gerais, por R$ 3,2 bilhões, viabilizará o reinvestimento da Atlas em desenvolvimento de novas usinas. Após a transação, Engie ampliará de 3% para 9% a sua participação na capacidade instalada de geração solar centralizada no Brasil.
A multinacional francesa irá gerar e consumir parte da sua demanda de energia, equivalente a 29 MW médios, aproximadamente 25% do total das unidades da companhia no país pelos próximos 12 anos.
Entre outubro e dezembro, caminhão percorrerá 10 cidades, em 10 estados, oferecendo treinamento gratuito em energia solar fotovoltaica.
Memorando de entendimento assinado com os nove governos estaduais tem como objetivo desenvolver mecanismos financeiros que permitam futuros projetos relacionados com hidrogênio de baixo teor de carbono.
A Statkraft comprou 18,69% do capital da subsidiária brasileira Statkraft Energias Renováveis S.A. no Brasil (SKER), pertencente à Fundação dos Economiários Federais. Em 2023, a SKER obteve a aprovação, junto à Aneel, de sete outorgas de projeto solar fotovoltaico na Bahia, que somam 228 MW e serão híbridas com usinas eólicas da companhia.
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