Em novo artigo para a pv magazine, a especialista em geração distribuída e faturamento do grupo A, Vanessa Martins, esclarece as regras para a contratação de demanda de injeção, a chamada TUSDg. A contratação é necessária mesmo para sistemas em GD I e pode gerar multa por parte das distribuidoras.
O primeiro leilão de 2024, previsto para março, poderá atrair R$ 18,2 bilhões em investimentos. Três dos 15 lotes ofertados são de expansão do sistema de transmissão entre o sul da região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, frente à expectativa de contratação de “elevados montantes de energia” de geração renovável, com destaque para as usinas solares e eólicas.
Maior participação de renováveis, especialmente da solar, na matriz elétrica exige preparação do sistema para lidar com flutuações de carga e geração, criando oportunidades para o armazenamento de energia. Estudo do GESEL aponta que a expansão da geração prevista demandaria 16 GW de baterias até 2040.
Ao gerenciar ativamente os picos de energia, os sistemas fotovoltaicos podem desbloquear novas possibilidades, contribuir para a estabilidade da rede e aumentar o seu valor global. O novo relatório da Tarefa 14 da IEA-PVPS incentiva uma mudança de perspectiva, instando os ORD a explorar o potencial do APM em vez dos métodos tradicionais de expansão da rede.
Programação prevê 30 levantamentos que contemplarão todas as regiões do Brasil, incluindo conexão de cargas de hidrogênio.
Consumo nas residências e pequenas empresas cresceu 2,5%. Já no mercado livre, o avanço foi de 5,9%, puxado por setores como metalurgia, serviços e comércio.
Ao todo, foram recebidas solicitações de 507 usinas, somando 22,55 GW de potência instalada, sendo 175 empreendimentos contemplados na margem extraordinária, que somam 7,90 GW, dos quais 3,53 GW no Sudeste e 4,37 GW no Nordeste.
Em sua primeira incursão em projetos de energia solar, a empresa deve investir até US$ 75 milhões no segmento nos próximos dois anos, com planos de expansão para a América Latina e Caribe.
Localizado em Curral Novo (PI), em uma área de 107 mil hectares e com 112.080 módulos fotovoltaicos, o parque Sol do Piauí tem capacidade de geração de 48,1 MW e combina a complementaridade entre as fontes solar e eólica para geração de energia renovável.
Associação entende que “responsabilizar certas usinas eólicas e solares para o controle de tensão no SIN é uma conclusão simplória e equivocada”. O ONS concluiu que a diferença entre o desempenho em campo e os modelos matemáticos enviado pelos agentes impediu que a identificação de riscos pré-ocorrência do dia 15/08, quando 23.368 MW de carga foram cortados.
Este site usa cookies para contar anonimamente o número de visitantes. Para mais informações, consulte a nossa Política de Proteção de Dados.
The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.