Um novo estudo afirma que mais energia solar seria usada para carregar veículos elétricos nos Estados Unidos se carregadores baratos de nível 1 fossem implantados nos locais de trabalho e se o design da tarifa favorecesse o carregamento diurno.
Os cientistas compararam os módulos fotovoltaicos convencionais aos painéis BIPV feitos por eles mesmos com vidro texturizado mais espesso. Eles os testaram em condições padrão e ao ar livre em condições de verão coreano. O rendimento foi apenas 0,5% menor no módulo BIPV texturizado.
A célula de 9 cm² consiste em uma célula superior baseada em um absorvedor de perovskita e uma célula inferior com uma estrutura de heterojunção (HJT). Os resultados melhoram a eficiência de 29,8% que a CEA e a Enel alcançaram para o mesmo tipo de célula em dezembro.
Uma equipe de pesquisa construiu uma auditoria técnica de campo entre usuários de sistemas solares em comunidades remotas em Gana e identificou alguns problemas técnicos recorrentes. Com base nos dados coletados, os cientistas também desenvolveram um manual prático de campo.
Cientistas simularam uma estação base celular 4G e 5G no Kuwait, alimentada por uma combinação de energia solar, hidrogênio e um gerador a diesel. O menor custo de energia foi de US$ 0,0714/kWh.
Uma equipe europeia está desenvolvendo tecnologias e processos para mostrar como os painéis fotovoltaicos em fim de vida e as baterias de veículos elétricos (VEs) podem ser usados em três segmentos de mercado de energia distribuída: agrovoltaico, fotovoltaico plug-in para residências e soluções de baixo orçamento. Também demonstrará processos de reciclagem eficientes para matérias-primas críticas recuperadas de painéis e baterias que não podem ser reutilizadas.
Uma equipe de pesquisa internacional avaliou o status e o potencial mundial das instalações fotovoltaicas flutuantes em terra (FPV), incluindo a análise do uso de rastreadores e painéis solares bifaciais.
Com uma área de 10.000 m² dedicada ao estudo de aplicações agrivoltaicas, a companhia desenvolveu tecnologias para otimizar a produção de energia e agrícola considerando variáveis como espaçamento para maquinário industrial, sombreamento e uso de recursos — chegando a economia de até 40% no uso da água. Através do Centro de Excelência Solar, em Sorocaba (SP), a companhia oferece consultoria para o planejamento e execução de projetos AgriPV.
Consultoria projeta concentração de ocorrências de cortes de geração no segundo semestre do ano. Ao mesmo tempo, a demanda deve crescer 4% no ano, com o mercado livre correspondendo a 41% do consumo elétrico no país.
A empresa foi uma das primeiras do setor de geração distribuída a realizar este tipo de transação, após a liberação por meio da Lei 14.801 publicada em março de 2024. A emissão foi realizada por uma holding que abriga cinco usinas, localizadas nas cidades de Milagres (BA), Birigui (SP), Bilac (SP), Novo Ubiratã (MT) e Cajuru (SP), com o objetivo de reembolsar parte do que já foi investido nesses locais.
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