Aporte à estatal fortalecerá a cadeia tecnológica nacional para produção em escala de semicondutores utilizados em módulos fotovoltaicos e veículos elétricos. A produção será iniciada até 2026, mas já há encomendas de chips “made in Brasil”.
Com aporte de cerca de R$ 600 milhões, a nova usina será instalada em Barro Alto, Goiás, e será dividido em sete sociedades de propósito específico (SPEs). A empresa também realizará investimento adicional de R$ 41 milhões na Newave Energia para elevar sua participação na companhia a 40%.
De acordo com estudo da plataforma de financiamento, os créditos liberados para o público jovem, também conhecidos como ‘early adopters’, representam 36,7% do total de contratações entre julho e setembro deste ano.
Até 30% de economia no ACL e 1,4 milhão de VEs previstos até 2030 são algumas das oportunidades listadas pela consultoria como chances para os integradores se tornarem provedores de soluções energéticas e incrementarem suas vendas em 2025.
Estudo realizado pela Volt Robotics para a Abraceel identificou que a abertura mais ampla do mercado elétrico tem potencial para beneficiar mais de 6,4 milhões de consumidores industriais e comerciais que ainda compram energia no mercado cativo.
A Finep aportará R$ 14,99 milhões, com contrapartida de mais R$ 15 milhões da Aeris para desenvolver e certificar a primeira carreta de cilindros de gás para armazenamento e transporte de gás natural, biometano e hidrogênio com tecnologia nacional. Os cilindros, desenvolvidos a partir de carbono, deverão ter capacidade de armazenamento 120% maior e peso até 50% menor que os cilindros de aço.
Ecossistema brasileiro de soluções para o mercado solar, a empresa tem observado um crescimento acelerado. Com uma perspectiva de dobrar de tamanho anualmente, a empresa tem vivenciado os desafios regulatórios ao lado dos integradores e vem investindo em produtos que ajudam a otimizar processos e reduzir atritos no setor.
O RENV11 é focado exclusivamente em ativos já em operação. O fundo concluiu em setembro a aquisição da UFV Alexânia 1, em Goiás, com 1 MW de capacidade, e está em fase final de negociações para incorporar ao portfólio uma usina de minigeração solar fotovoltaica no Ceará.
Paulistas representam 14,8% do total de créditos liberados para instalação de sistemas fotovoltaicos no terceiro trimestre deste ano. Em seguida, o ranking traz os estados do Pará e do Mato Grosso, com 12,2% e 8,3%, respectivamente.
Em parceria com a SolarGrid e a RZK Energia, a agregadora de academias disponibilizará créditos de energia renovável sem a necessidade de realizar instalação de sistemas fotovoltaicas aos interessados do RS, PR, BA, MG e SP.
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