Os controladores são produzidos em uma unidade fabril de mais 1.600 m² em Juiz de Fora, Minas Gerais, com capacidade de produção de 2 mil unidades por mês. Por meio da fabricação local, a empresa estima maior agilidade no suporte técnico, reduzindo o tempo de resposta em caso de eventuais problemas.
A Huawei da China construiu uma instalação solar e armazenamento fora da rede de 400 MW/1,3 GWh na Cidade Nova do Mar Vermelho, na Arábia Saudita.
Projeto iniciado em julho de 2024 está em fase de execução, com previsão de conclusão das obras em outubro de 2024. A projeção é de gerar em média 422 MWh por mês. A Sunfor Energia foi contratada como epcista pelo proprietário da usina, que será explorada sob o modelo de geração compartilhada.
Projeto marca o primeiro investimento em geração distribuída da rede, que já comprava energia renovável no mercado livre. O sistema irá operar no modelo Grid Zero, sem injeção de energia na rede.
Em entrevista à pv magazine Brasil durante a Intersolar 2024, Gervano Pereira, o gerente de Vendas de Geração Centralizada da Jinko Solar falou sobre a oferta e as tendências tecnológicas de módulos fotovoltaicos para o mercado brasileiro.
Ranking elaborado pela Greener mapeou a capacidade gerada por mais de 1.900 usinas em mais de 900 cidades em todo país. O estudo foi focado em usinas com capacidade igual ou superior a 500 kWp.
A empresa também apresentou ao mercado novos inversores voltados a aplicações residenciais, de C&I e com foco em grandes usinas, além de carregadores veiculares e sistemas de armazenamento, como o PowerTitan 2.0, que será fornecido para a maior usina autônoma de armazenamento de energia da região – o projeto BESS del Desierto, de 200 MW/880 MWh, no Chile.
Acordo está inserido no modelo de geração distribuída compartilhada com o fornecimento de 48 MWh por mês e pode proporcionar uma economia de até 15% à rede varejista de móveis e eletrodomésticos.
Fabricante lançou no Brasil uma campanha focada em toda a América Latina e Caribe, onde enfrenta a oferta de módulos fotovoltaicos baratos que não entregam a energia que prometem. “Os instaladores e usuários finais não sabem realmente que esse tipo de produto não oferece a mesma qualidade. Isso significa que eles estão comprando outro produto completamente diferente, porque são guiados apenas pelo preço”, diz a gerente de Marketing e Comunicação da companhia para a região, Maria Muñoz.
Atuando no modelo ‘one-stop-shop’, o grupo projeta gerar R$ 800 milhões em financiamentos pela Sol Agora em 2024 e tem a expectativa de fechar 50 mil contratos até 2025, no formato de parcerias com o foco em oferecer as melhores soluções e o suporte para que o cliente final aproveite a longevidade dos sistemas.
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