Com avanço recente impulsionado por baterias e busca por confiabilidade, NeoSolar vê off-grid e híbridos ganhando espaço em aplicações residenciais, comerciais e remotas, ainda sem substituição direta ao modelo on-grid.
Usina instalada em antigo aterro já produziu 16,6 GWh de energia, abastecendo mais de 300 unidades públicas por meio de créditos de energia; projeto alia requalificação ambiental, eficiência energética e redução de custos para o município.
Pesquisadores da Universidade Cornell demonstraram que painéis solares com rastreamento solar em sistemas agrivoltaicos podem proteger as plantações de danos causados pelo vento, permitindo a circulação de ar e superando as tradicionais barreiras de árvores em fileira única. Eles também propuseram um novo design com a primeira fileira de painéis rebaixada, que melhora a proteção contra o vento, alcançando uma redução de até 86% na velocidade do vento na área protegida em condições extremas.
Com 64% da capacidade fora do sistema convencional e cerca de 95 mil sistemas isolados, mercado cresce impulsionado por acesso à energia, confiabilidade e limitações da rede; em aplicações com substituição de diesel, projetos podem alcançar payback em cerca de dois anos.
Segundo um novo relatório da Agência, a fonte liderou o crescimento das renováveis em 2025, adicionando 511 GW, ou aproximadamente 75% da capacidade total adicionada de energias renováveis. O relatório confirma, no entanto, as disparidades persistentes e significativas entre países e regiões.
A Longi, fabricante solar sediada na China, está migrando de um design de sistema multifornecedor para uma arquitetura unificada de energia solar mais armazenamento construída em torno de tecnologias internas.
Pesquisadores na Turquia otimizaram o resfriamento por eletroaspiração para painéis fotovoltaicos, alcançando a produção de energia ideal com o mínimo consumo de água e uma configuração compacta e energeticamente eficiente. Por meio de suas análises, os cientistas identificaram os parâmetros operacionais ideais para o uso da tecnologia.
Pesquisadores no Brasil mostram que módulos fotovoltaicos policristalinos de segunda vida mantêm 87–88% da potência original, com baixa degradação e desempenho estável. Apesar dos ganhos em sustentabilidade, a viabilidade econômica ainda é limitada pela queda nos preços dos módulos novos.
O ranking Terawatt PV 100 classifica as 100 maiores empresas de fabricação de energia solar usando uma nova metodologia baseada em escala de produção, solidez financeira e transparência corporativa. A Tongwei lidera a lista do primeiro trimestre de 2026. A maioria das principais empresas tem sede na China. A análise destaca o crescente escrutínio da cadeia de suprimentos global, impulsionado por tarifas e exigências ESG, ao mesmo tempo que mostra a crescente influência de empresas indianas e a forte posição de fornecedores de materiais e equipamentos.
Com ao menos 852 MWh em armazenamento — sendo 64% fora da rede — sistemas isolados e híbridos avançam no país, ainda como nicho, mas ganhando tração diante de limitações de conexão e busca por confiabilidade energética.
Sistema de armazenamento em bateria instalado em subestação da ISA Energia Brasil foi acionado em momentos críticos de consumo e ajudou a evitar sobrecargas na rede de transmissão, mesmo com chuvas intensas e aumento expressivo da carga durante a alta temporada.
De acordo com a Absolar, os sistemas fotovoltaicos off-grid, ainda considerados um mercado de nicho, crescem impulsionados pela ausência ou limitação da rede elétrica, com destaque para aplicações rurais e avanço de modelos híbridos e zero-grid.
Com o “Programa de Parcerias Mont Blanc”, a multinacional francesa especializada em descarbonização e eficiência energética busca aumentar sua capilaridade e impulsionar soluções de eficiência energética, geração renovável e armazenamento “as a service” no Brasil.
Com investimento de R$ 4,4 bilhões, a Isa Energia Brasil anuncia a energização de novo trecho do Projeto Piraquê, que entra em operação antecipadamente e amplia a capacidade de integração da geração fotovoltaica ao sistema elétrico nacional
Com participação recorde de mais de 9,6 mil empresas, estudo aponta avanço da inversão de fluxo, maior adaptação técnica dos projetos e uma mudança estratégica dos integradores, com foco crescente em sistemas menores, diversificação de negócios e novas soluções energéticas.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa Dow Jones, oferece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Anúncios de emprego no site da Tesla detalham a ambição de atingir 100 GW e seguem relatos de que a empresa está em negociações com empresas chinesas para a compra de equipamentos no valor de US$ 2,9 bilhões para a fabricação de energia solar.
Volume representa uma queda de 24% em comparação com o recorde de 22 GWp registrados em 2024. Apesar disso, o último trimestre aponta para uma recuperação nas importações após queda acentuada no terceiro. JA Solar, Longi, Atronergy e Risen lideraram o mercado brasileiro de módulos em 2025, enviando mais de 1 GWp cada.
Um novo estudo da associação alemã de engenharia mecânica (VDMA) revela que o investimento global em equipamentos para a fabricação de painéis fotovoltaicos aumentará mais de 2,5 vezes até 2035, com os fornecedores europeus mantendo, por ora, sua competitividade, apesar dos desafios estruturais.
Após atingir pico histórico de cerca de US$ 120/oz no início de janeiro, a prata acumula queda superior a 40%. A pasta de prata atualmente representa mais de 20% do custo total das células solares, criando um ambiente difícil para fabricantes que já enfrentam supercapacidade, queda nos preços dos módulos e margens apertadas. Empresas estão explorando tecnologias alternativas de metalização e outras formas de reduzir o consumo de prata.
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